“PELOS PODERES DE DEUS, EU TENHO A FORÇA!”

“PELOS PODERES DE DEUS, EU TENHO A FORÇA!”

Not by Power, not by might, but by my spirit, says the Lord!

 

O Trecho a seguir traz a transcrição de parte de uma cena de Star War VIII (2017), ainda nos cinemas. É, portanto, um SPOILER. É um SPOILER leve, não revela nada da trama, não traz nenhuma novidade, não altera a experiência do filme, mas a leitura por alguém que ainda não assistiu ao filme pode trazer a perda da experiência de uma cena divertida. Mas, repito, é um SPOILER ABSOLUTAMENTE irrelevante para a trama.

– O que você sabe sobre a força? – perguntou Luke.

– É um poder que os Jedi têm de controlar as pessoas e fazer flutuar coisas. – respondeu Rey.

– É impressionante. Cada palavra nesta frase está errada. Lição 1. Sente aqui, de pernas cruzadas. – pediu Luke, mostrando uma pedra para que Rey ali sentasse.

– A força não é um poder que se tem. Não tem a ver com levitar rochas. É o equilíbrio entre todas as forças, uma tensão. Uma energia que mantém o universo unido. – Explicou o mestre.

– Ta legal. Mas o que ela é? – Rey parecia não ter entendido ainda.

– Feche os olhos, respire. Agora alcance. – Instruiu o mestre.

Neste momento, Luke toma uma folhagem qualquer e começa a tocar levemente com a mesma em Rey, que estava de olhos fechados e com as mãos erguidas, em busca de algo.

– Eu senti uma coisa! – Exclamou Rey.

– Sentiu? – Respondeu Luke, forçando a seriedade.

– Sim, é a força? – Entusiasmou-se Rey.

– Essa é a força! –  Concordou o Mestre Jedi.

– Sério? – Era um êxtase da jovem.

– Deve ser muito poderosa… – brincou Luke.

Quando Rey ia prosseguir em sua exclamação, Luke a interrompe com um “tapa” em suas mãos, com a folhagem.

Ela o olha e rapidamente entende…

– Você disse alcançar igual a… – Prosseguiu Rey, apontando para o peito, compreendendo o “sentir” dito pelo mestre como algo interno, finalmente.

Enquanto assistia a esta cena, do Filme “Os Últimos Jedi”, minha mente continuou ligada ao que acontecia na tela, mas se dividiu em três por alguns momentos. Primeiramente, porque ela já estava dividida, mas isto não vem ao caso agora. E, ao ouvir esta frase, uma comparação que há muito já é feita me veio à mente imediata e gloriosamente: “Olha a Igreja ali, gente!”. Ou parte dela, evidentemente.

Porque Star Wars tem uma clara visão dualista da história. Um dualismo deveras capenga, porque está quase sempre em desequilíbrio, o que levaria os conservadores da ordem dualista a terem espasmos com a ideia de que dois poderes iguais e opostos devem ser sempre iguais e opostos. Mas eu jamais faria uma crítica pesadamente negativa à maior Saga da história do Universo conhecido. Ainda assim, é um dualismo neo-ortodoxo, certo?

Ou não?

Mas não é exatamente o dualismo que me remeteu à Igreja. O dualismo na Igreja contemporânea ainda mostra o quanto o Cristianismo realmente se deixou levar por ensinamentos das religiões de mistério dos tempos antigos, principalmente gnosticismos e seus parceiros. Negar isso é negar algo que é mais evidente do que a total irrelevância do Evangelho para boa parte daqueles que se denominam e erguem placas com nomes “Igreja”.

Para além disso, a cena chamou atenção justamente no momento em que Luke pede para que ela feche os olhos e sinta. Imediatamente ela fechou os olhos e começou a levantar as mãos, em busca da força.

Na hora em que assisti àquela cena, cheguei a largar os pensamentos paralelos e me voltar ao filme para sorrir. Porque eu estava presenciando uma cena muito comum no nosso cotidiano religioso. Pessoas que se apegam a gestos como intermediadores de uma relação espiritual. Fieis que são orientados até na forma de como as palmas de suas mãos devem estar espalmadas para receberem alguma bênção divina, ou para abençoarem alguém.

As mãos viraram um tipo de condutor mágico, sobrenatural, em duas vias: recebe e envia poderes. A força está com elas e elas estão com a força, diria Chirrut (2016). Mais do que isso, não só as mãos, evidentemente.

A cena não termina exatamente aí e o que se segue me remete ainda mais ao evangelicalismo do qual sou contemporâneo. Luke, certamente amparado por um Mark Hamill que adora uma boa piada, toma um ramo de planta e, ao ver as mãos da jovem estendidas em busca da força que, aliás, ele acabara de perceber que era algo que ela nem imaginava o que seria, de fato e percebe que ela está pronta.

Pronta para uma pequena brincadeira que exporia a capacidade de manipulação daquela ideia de força que Rey tinha.

Ao tocar as mãos de Rey com a planta, a mesma entende que está sentindo a força e entra imediatamente em um estado de êxtase. A emoção toma conta de suas feições. Ela está sentindo! Luke incentiva a experiência sensorial de sua aluna e ela jorra felicidade ao perceber que está tendo, realmente contato direto com a força.

Luke resolve que é hora de encerrar a brincadeira e frustra Rey que, ao mesmo tempo, percebe a inutilidade de buscar com as mãos uma experiência concreta de algo que deveria ser abstrato, subjetivo, metafísico, interno.

“A Força é o que dá poder ao Jedi. É um campo de energia criado por todas os seres vivos, ela nos envolve e penetra. É o que mantém a galáxia unida.”

                                 Obi-Wan Kenobi, em “Uma Nova Esperança” (1977)

O velho mestre Jedi Kenobi parece ter sido inspiração direta para o diálogo de Luke no novo filme da franquia. Mais do que isso, ainda há a ideia canônica de que as midi-chlorians[1], vida inteligente na sua madrugada, eram estas entidades microscópicas (provavelmente hoje seriam nano) que viviam dentro das células do corpo e eram responsáveis pela geração da força. Não que elas fossem a força. Elas eram mais como, digamos, “um espírito (santo?)”, em uma exegese bem forçada e digna de ser apedrejada pelos fãs, mas que faz a ligação entre o ser e a força.

Semelhante ao que pensamos agora, certo?

Era a força, então, um poder disponível a todos os seres vivos da Galáxia, do Universo, mas, aparentemente, apenas os sensíveis a ela poderiam usá-la. Rey compreendeu em um instante que a força estava com ela. Que não era algo a ser tocado, sentido fisicamente, era um poder sobrenatural.

E isso não requereria que suas mãos estivessem espalmadas. Não havia esta necessidade.

Evidentemente que a força quase se assemelha a um tipo de panteísmo. Todos estão nela e ela está em todos. Mas a ideia religiosa dos Jedi remete muito ao conceito religioso que vemos nos nossos dias.

A começar por este misticismo que determina formas rituais pelas quais Deus (a “nossa” força) age em nós ou por meio de nós. Levante as mãos, jogue a cabeça para o lado, pule em um pé só, deite, levante, dance, sorria, grite, chore. Não há verdade no Cristianismo sem estas experiências sensoriais. É preciso tatear, cheiras, sentir o gosto, escutar, se possível enxergar algo espetaculoso para que a fé esteja fortalecida.

Nossa fé se tornou mera crença nestas experiências. Um dogmatismo inútil, dadas as mínimas informações possíveis que as Escrituras trazem.

A fé judaica em um Deus do cotidiano foi deturpada pelos próprios Judeus, em sua sede por autodestruição. Mera falta de conhecimento, diria o próprio Criador. De um Deus provedor, que caminhava junto aos seus na virada do dia, que tratava de alimentar os seus sem que estes precisassem se preocupar com o dia seguinte, que trazia sombra para aliviar o calor e luz para iluminar as sombras, 613 idealizações humanizadas ritualizaram o divino, controlaram o humano, trouxeram a necessidade física para aquilo que era puramente sobrenatural.

Deus estava embalsamado. O que importava eram as experiências no templo, os rituais metódicos, as regras. “Creia nisto e serás salvo”, diria algum homem, batendo no peito para mostrar que ele era a própria consumação desta verdade.

 

“Você não está falando de paz, você está falando de medo.”       

Galen Erso, em Rogue One (2016).

 

O pai da heroica Jyn parecia estar falando do Deus Judaico. A religião do Cotidiano virou a religião do medo, onde andar um passo a mais do que o permitido em dias sacralizados poderia gerar morte instantânea.

Star Wars trabalha com a jornada do herói de forma plena. Primeiro Anakin, e as coisas não deram muito certo, depois Jyn, em seguida o mitológico Luke e, atualmente, Rey. Todos vivendo suas jornadas heroicas e espirituais. Mesmo que Jyn fosse muito mais uma cética e em nenhum momento relacionada à força, de fato.

Os três Jedi, no entanto, lutam para manterem a força equilibrada e penderem para o lado da luz e não para o da escuridão. Com Anakin não funcionou. Aquela velha senhora asmática do conto de Rubem Alves teria percebido o quanto ele precisava lidar com o inimigo em sua vida.

Luke lidou melhor com isso. A força tornou-se uma com ele, através dos ensinamentos (discipulado) de seu mestre e do provável direcionamento dos Kefir das células – o Capitão ficaria orgulhoso de mais uma referência sem sentido.

E Rey parece estar se saindo bem até aqui. Mas ainda não entendeu exatamente o que fazer com esta força. Quem ou o que é esta força. E porque, raios, ela tem a força.

O cristianismo, que não é herdeiro da Força da Lucasfilm e sim dos Judaísmos de sua época, nasceu sobre a ideia de um Cristo, um messias, um salvador. Todos os filmes de Star Wars têm a necessidade de encontrar o seu Messias. Toda a jornada do herói é a jornada de um Messias.

O Messias judeu trouxe ao mundo a materialização daquilo que foi idealizado pelo divino. Sendo ele mesmo humano e divino em totalidade, veio e mostrou ao mundo como o mundo deveria ser. O quanto as coisas simples foram sendo deturpadas. O quanto buscamos nas coisas, nas experiências, nas regras, em uma moral estapafúrdia, fugir do nosso destino, do dia a dia, do cotidiano.

Cumprindo sua missão, deixou o seu midi-chlorian à disposição dos seus. Sob o nome de Consolador, o Espirito Santo está naqueles que em Cristo estão. Longe de mim criar disputas teológicas. É evidente que o texto é meramente especulativo, irônico em certo sentido. Então, se aqueles que estão em Cristo se converteram ou foram convertidos… Mero detalhe exegético, escolástico, ideológico.

Este é o que intercede por nós, que trabalha por nós, que nos traz o sentido da “força”. E ele está dentro de nós. Assim como Luke mostrou à Rey, a representatividade da força daquele que crê em Deus não está no que ele faz, na forma como faz, não está em um gesto. Está dentro.

Levantar as mãos para “sentir” a ação de Deus é quase como aquela velha cena dos anos 90, quando a imensa jogadora de basquete, brasileira, se preparava para arremessar um lance livre e, imediatamente antes de o fazer, tomava fôlego puxando o ar quase do chão, e trazendo os ombros quase até as orelhas, em um movimento tão bonito quanto também inútil para a entrada do ar. Pelo contrário. O movimento dos ombros para cima pode até interferir nesta respiração. Negativamente.

E foi nisso que pensei. Se é verdade que há relatos de gente que levantava as mãos para bendizer, adorar ao Senhor – basta um passeio pelos salmos -, é tão verdade também que este gesto foi entronizado como doutrina absoluta da relação com o divino. Se alguém não levantar as mãos para os céus para receber de Deus, certamente não receberá.

A ideia de adoração do Antigo Testamento traz consigo um apelo ritual grande, mas, também, um sentido de insuficiência, prostração completa. Adorar era realmente estar com a cara no pó do chão, totalmente prostrado ao Senhor, ao Deus adorado.

A ideia de adoração do Novo Testamento se equilibra sobre uma conduta cotidiana (como, aliás, era a ideia mais conceitual do relacionamento divino-humano do Antigo Testamento), algo que ficou conhecido (e cada vez mais perde o lirismo do sentido pleno) como um estilo de viver.

Nos dois casos, levantar as mãos não fazia Deus agir. Não faz. Ajoelhar não muda a ação de Deus. Gritar, chorar, espernear, bater os pés. Nada muda. Deus não precisa de nada disso e também não traz essa reação às pessoas.

Isso está muito mais ligado ao ramo da planta de Luke.

Rey acreditou estar sentindo a força. E não era. Era mero engano. Mera brincadeira de Luke. Mera expectativa cumprida da espera de “sentir” algo. Literalmente.  Com suas mãos estendidas, ela sentiu algo a tocar. Só poderia ser a força!

Não era.

E não digo que as pessoas levantam as mãos como parte de um maquiavélico plano de barganha com o divino: “As minhas mãos estão erguidas em tua direção. Agora faça a sua parte, óh Deus da força!”. Não! Muitos são orientados a tal ação, muitos agem inocentemente, muitos acreditam que é assim que Deus age.

Porque nos acostumamos a criar doutrinas para encher nossos livros de tradição. Nos acostumamos a trabalhar estas doutrinas a partir de experiências pessoais. “Se para aquela pessoa foi assim que funcionou, então funcionará para todo mundo.”.

Se o mundo fosse assim, imagine a graça de viver? Todos saberíamos como fazer para ter isso, aquilo, fazer riquezas, ter a parceria dos sonhos, ter, ter, ter. Bastava perceber como o primeiro conseguiu e fazer igual. Estava criada a doutrina do sucesso.

Mas a vida não funciona assim. E se a vida não funciona assim, porque a relação com o Deus da vida, aquele que criou, ou seja, teve a criatividade de fazer tudo o que fez, se limitaria a uma forma de ação apenas? Levante suas mãos e eu te concederei poder.

Porque diferentemente da força das galáxias, o poder de Deus é somente dele. E Ele age da forma que Ele quiser. Se o humano foi condicionado a levantar as mãos para receber de Deus. Creu a vida inteira desta forma. Anos e anos “recebendo” assim. Sentindo o toque suave da planta Skywalker.

De repente, surge na jornada deste humano algum Lord Vader, com seu bonito sabre de luz e lhe arranca os dois braços ao mesmo tempo. Poderia ser Vader, mas poderia ser qualquer acidente de trânsito, também.

O que aconteceria com a mente deste humano ao voltar ao templo algum tempo depois disso? Sem poder erguer as mãos, como Deus o atenderia?

“Ah, amigo, argumento ridículo, exceção que só comprova a regra.” Está certo. Mas coloque o mesmo para cada “doutrina de poder” ou “doutrina da força” que é ensinada nos templos. Dia destes, ouvi que não havia desculpas para não orar alto, gritar, pular, falar, chorar diante de Deus. Quem não o fazia era porque não estava em comunhão com o Deus que este poderoso orador cria.

Bem, eu ainda continuo ateu daquele Deus. Mesmo que ele estivesse sendo pregado em um púlpito bastante familiar.

Olhei para todos os lados em busca de uma vergonha a ser desfeita. Haveria um mudo? Um surdo, alguém com restrições de movimento? Alguém que simplesmente fosse tímido demais? Qualquer um? Todos condenados. Porque “não erguiam as mãos” para sentir, receber, ter.

Enquanto isso, a religião do Cotidiano segue compreendendo que “a força” está na relação com o divino, no dia a dia, no caminhar e tropeçar, no perceber-se criança, incompetente, precisando de um guia competente para chegar ao caminho da luz. E este guia era a força, e a força estava com Deus, e a força era Deus. Porque a força estava na palavra. E a Palavra, que era Deus, se manifestou em Jesus, deixando por aqui o Consolador para, a partir de dentro, mostrar o caminho. De dentro para fora.

Nada de conceitos estéticos. Nada de plantas Jedi. Nada de movimentos rituais coordenados (e muitas vezes manipulados). Nada disso. De dentro para fora.

Não por Poder e força. Porque o poder é Ele. É dele. É por ele.

Não por violência, seja ela qual for. E há muita gente sendo violentada por doutrinas patéticas nos templos. Há mais de séculos.

Mas pelo Espírito De Deus, que age em nós e através de nós.

Rey, naquele momento, me lembrou o cotidiano contemporâneo (em todas as épocas) de uma religião que tornou suas tradições, rituais, memoriais, regras, doutrinas, sua doxa mais importante do que o próprio Deus.

Jesus já denunciava isso em seu tempo. Imagine como ele faria hoje, quando certamente seria morto em tempo recorde.

Rey, naquele momento, me lembrou de quantas vezes vi pessoas serem feridas por crerem, de olhos fechados, orientadas por seus mestres, que estavam fazendo/sentindo algo da parte de Deus, enquanto apenas eram maculadas por culpa, dor e engano.

Rey, naquele momento, me lembrou do engessamento da liberdade proposta nas Escrituras. A liberdade é perigosa porque pode levar à libertinagem, decoraram líderes e introjetaram falaciosamente nos ouvidos de muitos. A liberdade é perigosa, realmente. A liberdade precisa da baliza do equilíbrio, realmente. Mas a liberdade dada pelo Cristo já vem de fábrica com o necessário para viver, e viver da melhor forma possível.

E isto sim é perigoso. Como usar os ramos do engodo nas mãos de quem é livre?

Rey, naquele momento, me trouxe à memória que Deus é Deus, ele está em todo o lugar, mas preparou um lugar especial para que o Seu Espírito conduzisse a cada um dos seus pelo caminho da força.

Dia a dia. Nos dias bons e ruins. Com tropeços e corridas. Com paz e anseios. Com sucessos e fracassos. Dia e noite. Sol e chuva.

Porque, independentemente da condição da vida, o que importa não é levantar as mãos aos céus e pedir poder. O que realmente importa é saber que, dentro de cada um daqueles que creem, existe o que intercede, que clama, que liga o ser ao divino.

Importa é saber que, independentemente de ritos, lugares, formas, conceitos, Deus age. Deus é. Deus faz. Você levantando o braço ou não.

Diante da força do Deus onipotente, um roçar de um ramo de folha qualquer é mera experiência humanizada, brincadeira de criança.

É dentro de cada um que a força do Deus da força se manifesta. No cotidiano, na caminhada da vida, em cada levantar, em cada amanhecer.

Esta é uma força que realmente me faz sorrir ao parafrasear o legado da grande Saga. Espero, realmente “que a força esteja com vocês.”

Nossos antepassados adoraram neste monte, mas vocês, judeus, dizem que Jerusalém é o lugar onde se deve adorar”.

Jesus declarou: “Creia em mim, mulher: está próxima a hora em que vocês não adorarão o Pai nem neste monte, nem em Jerusalém.

Vocês, samaritanos, adoram o que não conhecem; nós adoramos o que conhecemos, pois, a salvação vem dos judeus.

No entanto, está chegando a hora, e de fato já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade. São estes os adoradores que o Pai procura.

Deus é espírito, e é necessário que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade”.

 

[1] http://pt.starwars.wikia.com/wiki/Midi-chlorian

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